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MÓDULO XII
Introdução
Inseticidas organofosforados e carbamatos
Inseticidas piretroides
Inseticidas organoclorados
Fungicidas
Herbicida glifosado
Herbicida paraquat e diquat
Herbicidas clorofenoxiacéticos
Rodenticidas
Caso particular do "chumbinho"
Medidas de prevenção
Intoxicação por agrotóxicos  

 

 

 

Definição e classificação dos agrotóxicos  

Definição

LINK: http://www.opas.org.br/sistema/arquivos/livro2.pdf

O termo AGROTÓXICO é definido pela Lei Federal nº 7.802 de 11/07/89, regulamentada através do Decreto 98.816 no seu artigo 2, inciso I, como sendo:

Os produtos e os componentes de processos físicos, químicos ou biológicos destinados aos setores de produção, armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas, pastagens, proteção de florestas e também em ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora e da fauna, a fim de preservá-la da ação danosa de seres vivos considerados nocivos, bem como aqueles empregados como desfolhantes, dessecantes, estimuladores e inibidores do crescimento.

Essa definição exclui fertilizantes e químicos administrados a animais para estimular crescimento ou modificar comportamento reprodutivo.

O termo agrotóxico passou a ser utilizado, no Brasil, para denominar os venenos agrícolas, colocando em evidência a toxicidade desses produtos ao meio ambiente e à saúde humana. Também são genericamente denominados praguicidas, pesticidas, biocidas, agroquímicos, produtos fitossanitários, defensivo agrícola, etc.

A mesma lei tem ainda como objeto os componentes e afins, também de interesse da vigilância, que são assim definidos:

Componentes: "Os princípios ativos, os produtos técnicos, suas matérias-primas, os ingredientes inertes e aditivos usados na fabricação dos agrotóxicos e afins”.

Afins: "Os produtos e os agentes de processos físicos e biológicos que tenham a mesma finalidade dos agrotóxicos, bem como outros produtos químicos, físicos e biológicos, utilizados na defesa fitossanitária e ambiental, não enquadrados no inciso I”.

Classificação

LINKs: http://www.epa.gov/pesticides/about/types.htm
  http://www.sucen.sp.gov.br/docs_tec/seguranca/cap12cla.pdf

Dada a grande diversidade de produtos com centenas de princípios ativos em mais de 2 mil formulações comerciais diferentes no Brasil, é importante conhecer a classificação dos agrotóxicos. Essa classificação também é útil para o diagnóstico das intoxicações e instituição de tratamento específico.

Conforme o organismo alvo e grupo químico

a. Inseticidas: possuem ação de combate a insetos, larvas e formigas. Os inseticidas pertencem a quatro grupos químicos principais:

• Organofosforados: são compostos orgânicos derivados dos ácidos fosfórico, tiofosfórico, fosfônico ou ditiofosfórico;
• Carbamatos: são derivados do ácido carbâmico;
• Organoclorados: são compostos à base de carbono, com átomos de cloro. São derivados do clorobenzeno, do ciclo-hexano ou do ciclodieno. Foram muito utilizados na agricultura, como inseticidas, porém, seu emprego tem sido progressivamente restringido ou mesmo proibido.
• Piretróides: são compostos sintéticos que apresentam estruturas químicas semelhantes à piretrina, substância existente nas flores do crisântemo (Pyrethrum). Alguns desses compostos são: aletrina, resmetrina, decametrina, cipermetrina e fenpropanato.

b. Fungicidas: agem no combate a fungos. Existem muitos fungicidas no mercado. Os principais grupos químicos são:

• Etileno-bis-ditiocarbamatos, Trifenil estânico, Captan, Hexaclorobenzeno

c. Herbicidas: combatem ervas daninhas. Sua utilização tem sido crescente na agricultura nos últimos 20 anos. Seus principais representantes são: Paraquat, Glifosato, derivados do ácido fenoxiacético, Pentaclorofenol, Dinitrofenóis.

d. Outros grupos importantes compreendem:

• Raticidas: utilizados no combate a roedores;
• Acaricidas: ação de combate a ácaros diversos;
• Nematicidas: combate a nematóides;
• Molusquicidas: ação de combate a moluscos;
• Fumigantes: agem no combate a insetos e bactérias.


Classificação conforme a toxicidade

Esta classificação é fundamental para o conhecimento da toxicidade de um produto, do ponto de vista dos seus efeitos agudos.
Existem duas classificações:

• Ministério da Saúde - MS - Brasil: baseada na DL50 oral das formulações líquidas e sólidas (Quadro 1).
• Organização Mundial da Saúde - OMS: baseada na DL50 em ratos, oral e dérmica, por mg/kg de peso, das formulações líquidas e sólidas (Quadro 2).

Classificação toxicológica do MS - BR

Formulação DL50 Oral (mg/kg)
Classe
Toxicidade
Líquida
Sólida
I
Altamente tóxico
< 200
< 100
II
Medianamente tóxico
200 – 2.000
100 - 500
III
Pouco tóxico
2.000 – 6.000
500 – 2.000
IV
Praticamente não tóxico
> 6.000
> 2.000


Classificação toxicológica da OMS

Classe
Toxicidade
Oral
Dérmica
sólidos
líquidos
sólidos
líquidos
Ia
Extremamente tóxico
5 ou
20 ou
10 ou
40 ou menos
Ib
Altamente tóxico
5 - 50
20 - 200
10 - 100
40 – 400
II
Moderadamente tóxico
50 -
200 -
100 -
400 - 4.000
III
Levemente tóxico
> 500
> 2.000
> 1.000
> 4.000

O Quadro 3 mostra a equivalência entre a "Dose Letal 50" (DL50) em animais com a quantidade suficiente para matar um adulto de 70kg.

Equivalência DL50 entre animais experimentais e dose letal para o homem

DL50 Oral
Animais de laboratório (mg/kg)
Dose Letal Provável Humanos (mg/kg)
< 1
Algumas gotas
1 – 50
1 colher de chá
50 – 500
30g ou 30ml
0,5g – 5g
500g ou 500ml
5g – 15g
1kg ou 1L
> 15g
> 1kg ou 1L


Por determinação legal, todos os produtos devem apresentar nos rótulos, uma faixa colorida, indicativa de sua classe toxicológica (Quadro 4).

Classe toxicológica, toxicidade e cor da faixa no rótulo do produto

Classe
Toxicidade
Cor da Faixa
Classe I
Extremamente tóxicos
Vermelha
Classe II
Altamente tóxicos
Amarela
Classe III
Moderadamente tóxicos
Azul
Classe IV
Pouco tóxicos
Verde



Aspectos epidemiológicos das intoxicações por agrotóxicos  

Principais usos e população exposta

Calcula-se que atualmente são utilizadas cerca de 2000 substâncias diferentes como praguicidas (ingredientes ativos) em todo o mundo. A partir destas, produzem-se inúmeras misturas (formulações) com outros ingredientes ativos ou com solventes, emulsificantes, etc.


Usos

O Brasil está entre os principais consumidores mundiais de agrotóxicos. A maior utilização dessas substâncias está na Agricultura, no combate às mais variadas pragas e como desfolhantes e dessecantes.

Tem sido altamente utilizados no ambiente domiciliar como raticidas, baraticidas, piolhicidas, mosquicidas (em especial o Aedes), na jardinagem amadora, etc.
Incluídos na Medicina Veterinária para o controle de carrapatos, miíase, mosca-dos-chifres, pediculoses.

Na Saúde Pública, na eliminação e controle de vetores transmissores de doenças endêmicas. E, ainda, no tratamento de madeira para construção, no armazenamento de grãos e sementes, na produção de flores, para combate de piolhos e outros parasitas, na pecuária, etc.


População exposta

Dentre os vários grupos de população que estão expostos aos agrotóxicos, destacam-se os principais:

1. Profissionais:

1.1.Trabalhadores do setor agropecuário
Este é, sem dúvida, o grupo mais sujeito aos efeitos danosos dos agrotóxicos. Tanto os que têm contato direto, (aplicadores, preparadores da calda, almoxarifes) como os de contato indireto, podem ter exposição e apresentarem efeitos agudos e de longo prazo. O grupo de contato indireto, que é o que realiza capinas, roçadas, desbastes, colheitas, é o de maior preocupação. Como o período de reentrada nas lavouras não é respeitado, estes trabalhadores, muitas vezes, se expõem e se contaminam em maior grau do que o grupo de contato direto.

1.2. Setor de Saúde Pública
Este grupo profissional apresenta riscos de contaminação, pois embora a exposição, em geral, ocorre com produtos de baixa toxicidade, ela é contínua durante muitos anos. A resistência adquirida pelos vetores, como o Aedes, aos principais agrotóxicos, exige a mudança freqüente de produtos, o que gera nos trabalhadores exposição a múltiplos produtos com sérios prejuízos à saúde.

1.3.Trabalhadores de Empresas Desinsetizadoras
As empresas desinsetizadoras ou “dedetizadoras” são ainda motivo de preocupação. Os casos de intoxicações agudas de aplicadores são comuns em todo o País. Além disso, vários casos de intoxicação vêm ocorrendo em pessoas que vivem nos ambientes onde houve aplicação dos produtos.

1.4.Trabalhadores das indústrias de formulação e síntese
Neste grupo, os operários da linha de produção, pessoal de manutenção, limpeza, lavanderia e profissionais de assistência técnica podem estar mais expostos e apresentarem efeitos adversos, tanto agudos, como a longo prazo.

1.5.Setores de transporte e comércio:
Este grupo tem grande importância, principalmente nos municípios do interior dos Estados onde existe um número significativo de casas comerciais, cooperativas que comercializam e estocam os produtos.

2. População em geral

2.1. Acidentes
Acidentes com agrotóxicos durante o transporte e armazenamento inadequados, podem ocasionar óbitos, principalmente envolvendo contaminação de alimentos para consumo humano. Existe ainda, um número considerável de acidentes envolvendo utilização inadequada das embalagens vazias de agrotóxicos para o acondicionamento de alimentos ou água.

2.2.Resíduos nos alimentos
Várias constatações de contaminação de alimentos no Brasil foram feitas nas décadas de 70 e 80. Ocorrem pelo uso de substâncias não autorizadas e pelo desconhecimento e desrespeito dos intervalos de segurança dos produtos em várias lavouras.


Dados epidemiológicos

A notificação e a investigação das intoxicações por agrotóxicos são ainda muito precárias em nosso país. Dificuldade de acesso dos trabalhadores rurais aos serviços de saúde e o diagnóstico incorreto são alguns dos fatores que influem no subregistro. Além disso, na maioria dos estados e municípios brasileiros, esses agravos não são objeto dos sistemas de vigilância epidemiológica e/ou sanitária, não sendo, portanto, definidos como de notificação compulsória.

Contudo, considerando a subnotificação, as intoxicações causadas por agrotóxicos vêm ocupando, o segundo ou terceiro lugar (dependendo da região do Brasil) das notificações entre todos os agentes referidos aos Centros de Informação e Atendimento Toxicológicos (CIATs) distribuídos pelo país, nos últimos anos. (link: www.fiocruz.br/sinitox/)

Pelos registros de intoxicações feitos pelo SINITOX, observam-se que há um grande subregistro de efeitos adversos, principalmente, os de longo prazo que podem determinar doenças crônicas.


Efeitos sobre a saúde

LINK: http://www.epa.gov/pesticides/safety/spanish/healthcare/handbook/spindex-1.pdf

Os agrotóxicos podem determinar efeitos sobre a saúde humana, dependendo da forma e tempo de exposição e do tipo de produto por sua toxicidade específica.

Os agrotóxicos que mais causam preocupação, em termos de saúde humana, são os inseticidas organofosforados e carbamatos, os piretróides e os organoclorados, os fungicidas ditiocarbamatos e os herbicidas fenoxiacéticos (2,4-D), o glifosato e o paraquat.

De acordo com o tempo de exposição, podem determinar três tipos de intoxicação: aguda, sobreaguda e crônica.

Na intoxicação aguda os sintomas surgem rapidamente, algumas horas após a exposição excessiva, por curto período, a produtos extrema ou altamente tóxicos. Nas intoxicações agudas decorrentes do contato/exposição a apenas um produto, os sinais e sintomas clínico-laboratoriais são nítidos e objetivos, o diagnóstico é claro e o tratamento definido. Pode ocorrer de forma leve, moderada ou grave, dependendo da quantidade de veneno absorvido.

A intoxicação sobreaguda ocorre por exposição moderada ou pequena a produtos altamente tóxicos ou medianamente tóxicos e tem aparecimento mais lento. Os sintomas são subjetivos e vagos, tais como dor de cabeça, fraqueza, mal-estar, dor de estômago e sonolência, entre outros.

A intoxicação crônica caracteriza-se por surgimento tardio, após meses ou anos, por exposição pequena ou moderada a produtos tóxicos ou a múltiplos produtos, acarretando danos muitas vezes irreversíveis, como paralisias e neoplasias. Os sintomas são subjetivos tornando o quadro clínico indefinido e o diagnóstico difícil de ser estabelecido.

Vários fatores participam da determinação das intoxicações, dentre eles aqueles relativos às características químicas e toxicológicas do produto, fatores relacionados ao indivíduo exposto, às condições de exposição ou condições gerais do trabalho. Os sinais a sintomas de intoxicação por agrotóxico segundo o tipo de exposição está mostrado no Quadro 4.

Características do produto: características toxicológicas, forma de apresentação, estabilidade, solubilidade, presença de contaminantes, presença de solventes, etc.

Características do indivíduo exposto: idade, sexo, peso, estado nutricional, escolaridade, conhecimento sobre os efeitos do produto e medidas de segurança, etc.

Condições de exposição: condições gerais do trabalho, freqüência, dose, formas de exposição, etc.

As características clínicas das intoxicações por agrotóxicos dependem, além dos aspectos acima citados, do fato de ter ocorrido contato/exposição a um único tipo de produto ou a vários deles.

Sinais a sintomas de intoxicação por agrotóxico segundo o tipo de exposição

Sinais e sintomas
Exposição
Única ou por curto período
Continuada por longo período
Agudos
Cefaléia, tontura
Náusea, vômito
Fasciculação muscular
Parestesias
Desorientação
Dificuldade respiratória
Coma
Morte
Hemorragias,
Hipersensibilidade
Teratogênese
Morte fetal
Crônicos
Paresia e paralisia reversíveis
Ação neurotóxica retardada
irreversível
Pancitopenia
Lesão cerebral irreversível
Tumores malignos
Atrofia testicular
Esterilidade masculina
Distúrbios neuropsicológicos
Alterações neurocomportamentais
Neurite periférica
Dermatites de contato
Formação de catarata
Atrofia do nervo óptico
Lesões hepáticas,etc.

Fonte: Adaptado de Plaguicidas, salud y ambiente, ECO/OPAS

Exposição Múltipla

Outro tipo de problema bastante comum entre os agricultores é a exposição múltipla, isto é, exposição a mistura de agentes tóxicos, de diversos grupos de agrotóxicos, de maneira sistemática e a longo prazo, com episódios agudos de intoxicação por um dos grupos específicos. Há equívocos em relação ao conceito de toxicidade de misturas, pois esta não é resultante da soma das atividades tóxicas dos compostos. A mistura de diferentes agentes pode ocorrer inadvertidamente porque alguns compostos persistem por longos períodos no meio ambiente ou porque são aplicados repetidamente ou para melhorar a eficácia e diminuir os custos.

Portanto, o grande desafio para a Toxicologia nestas próximas décadas será a avaliação dos indivíduos com múltiplas exposições por muitos anos.
Alguns pesquisadores em outros países já constataram vários efeitos adversos por esse tipo de exposição. A Figura 1 mostra essa diversidade de efeitos nos diferentes sistemas do organismo humano. É importante notar que não há a definição de um grupo específico de agrotóxico, mas sim uma ação sinérgica entre eles, o que configura uma situação de bastante preocupação em termos de saúde pública.
Então, é preciso estar atento, devendo-se suspeitar de efeitos causados por agrotóxicos e não por doenças de outras origens ao realizar o diagnóstico.

Efeitos de exposição crônica a múltiplos agrotóxicos.

Órgão/Sistema
Efeito
Sistema nervoso Síndrome Asteno-vegetativa
Polineurite vegetativa radiculite
Encefalopatias – Disencefalite
Distonia vascular vegetativa
Esclerose cerebral
Neurite retrobulbar c/ acuidade visual
Angiopatia da retina
Sistema respiratório Traqueíte crônica - Pneumofibrose
inicial - Enfisema pulmonar – Asma brônquica
Sistema cardiovascular

Miocardite tóxica crônica
Insuficiência coronária crônica
Hipertensão - Hipotensão

Fígado Hepatite crônica - Colecistite
Prejuízo na desintoxicação e outras funções
Rins Albuminúria - Nicturia – Uréia,
Nitrogênio e Creatinina, Clearance
Trato gastrintestinal Gastrite crônica - Duodenite - Úlcera
-Colite crônica (hemorrágica, espástica e formações polipóides)
Hipersecreção e Hiperacidez
Prejuízo motricidade
Sistema hematopoiético Leucopenia - Reticulócitos
Linfócitos -Eosinopenia - Monocitose
- Alterações na hemoglobina
Pele Dermatites - Eczema
Olhos Conjuntivite - Blefarite

Fonte: Kaloyanova & Simeonova (1977).

 

Aspectos toxicológicos e clínicos das intoxicações por agrotóxicos  

(de acordo com alguns grupos químicos e a classe de praguicida por organismo-alvo)



Inseticidas:

• Organoclorados
• Anticolinesterásicos: organofosforados e carbamatos;
• Vegetais: píretro, piretrinas e piretróides;
• Fumigantes: brometo de metila, fosfina, acrilonitrila, óxido de etileno, naftaleno.

Fungicidas:

• Benzimidazóis
• Ftalimidas
• Mercuriais
• Tiocarbamatos e ditiocarbamatos: Maneb®, Mancozeb®, Dithane®, Zineb®;
• Pirimidinas
• Trifenil estânico: Duter®, Brestan®;
• Captan: Ortocide®, Merpan®;
• Hexaclorobenzeno

Herbicidas

• Glifosato: Roundup®;
• Bipiridilos: paraquat e diquat
• Ácido fenoxiacético: 2,4 diclorofenoxiacético (2,4-D) e 2,4,5 triclorofenoxiacético (2,4,5-T)
• Pentaclorofenol (preservante de madeira)
• Dinitrofenóis
• Triazinas
• Dinitrofenóis e dinitrocresóis
• Hidrazinas
• Trifluralina
• Acetamidas
• Acetanilidas
• Difenil éteres
• Uréias modificadas

Acaricidas:

• Benzilatos
• Tetrazinas
• Organitinas
• Carboxamidas
• Fenoxiciclohexil
• Clorodifenil sulfonas
• Formamidinas (Amitraz)

Rodenticidas

• Anticoagulantes: cumarínicos e indandiona

 
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